A gripe A ...

Pronto, as meninas deste reino foram infectadas com o vírus H1N1. Até agora, o pior mesmo foi a febre e o incómodo da Rita no 1º dia, a dor de cabeça que eu tive ontem. Mas, - sem dúvida - o primeiro lugar do incómodo vai para O EXAME!!!

Eu sei que eu não sou exemplo para ninguém , pois sou uma "mariquinhas"... mas confesso que fiquei com medo do cotonete gigante com que se faz a recolha de amostra para o teste... E não consegui evitar um "aa-aiiiii" no momento em que o técnico me apontou aquilo!!! Mas enfiei-me logo na caminha (sim, vêm fazer o exame a casa!!), e voltei ao quentinho.

Mas, no mais, é só ficar quietinha em casa, bem agasalhada, comer bem e descansar muito (estou a por as sonecas em dia, só eu que sua excelência a princesa Rita também não! Eu cá, tenho aproveitado), e ter imenso cuidado com correntes de ar. O problemas são as infecções pulmonares, por isso, vou ouvindo regularmente a respiração dela para evitar surpresas.

Só é aborrecido ter meeeeeesmo de estar fechada em casa...

Incrivelmente, o Tomás não tem sintomas, o que significa que, incrivelmente, apesar de ter dormido com a irmã, não foi infectado. Talvez seja das lavagens constantes das mãos (nisso, a Rita esmera-se; lava-se até aos cotovelos, e durante muuuuuito mais tempo que os 60 segundos das boas práticas... ), ou por ter ficado separado no dia em que os sintomas se declararam na avó... Não sei. Sei que ele, até agora, não revelou sintomas. Ficou em casa, com o pai, por recomendação do pediatra, a fim de ver se estava infectado e evitar contágiar os colegas.

Resta-nos aguardar tranquilamente os 7 dias. Eu devo ter ainda mais uns dias de molho, que os sintomas vieram dois dias depois... e o resultado só vem amanhã...

O bom disto é que ficámos as duas já despachadinhas - deste vírus e do mutante, que foi uma pergunta que fiz ao pediatra.

E pronto... Bem, vou ali fazer uma canjinha e já venho!...

Quem tem filhos...

... tem cadilhos. Frasezinha irritantemente certa, esta.

Aqui estou eu, à meia-noite e meia, ainda não decicdi se mais zangada com ele, se angustiada por lhe ter causado, com toda a certeza, uma noite agitada.
Mas na verdade, acho que estou com ambos os sentimentos.

Hoje foi um daqueles dias porreiros, em que por acaso, as coisas encaixam e dá para de tudo; corre tudo bem, até à altura em que se borra a pintura.
O mais chato é já não termos tempo de compor o "quadro".

Resumindo:
Ele não tinha aulas de tarde; eu consegui organizar as coisas para também sair mais cedo, uma logística incrível, irmã incluída, que pedi autorização à professora para a falta desta tarde.
Claro que estas coisas saem-me do pelo a mim, que tenho de andar de carro de um lado para o outro, inclusivé a casa do pai, que, de alguma forma, arranja sempre maneira de não mexer uma palha e obrigar-me a ir a casa dele para ir buscar a tralha e a roupa da semana ( que devolve ou amarrotada ou suja ou whatever...)

Eu engulo estas coisas todas, a bem da estabilidade dos miúdos, mas, pronto... às vezes falta-me a paciência... mas, lá está... a bem dos miúdos, a bem dos miúdos, a bem dos miúdos, repito para mim própria.

Como dizia, viémos para casa. No caminho ainda deu para comprar um par de botas à Rita (é a verdadeira situação de "tudo e mais um par de botas"!). Compras terminadas, almoçei a desoras - aliás, eles quiseram almoçar comigo no mac... à laia de lanche. E como um dia não são dias, e até parecia fim-de-semana, como dizia a Rita, boa disposição e almoço para mim e lache para eles.

Brincámos, brincaram, eu li um livro acompanhada do borburinho agradável destes dois pardais.

Não sem antes perguntar a ambos a sacrossanta pergunta "alguém tem TPC'S???". Repeti mais 2 vezes.

Um "NÃO!" convicto foi o que obtive de resposta.

Confiei. Como é que se faz, se não dermos um voto de confiança. Afinal um esquecimento ou dois, no início, até se desculpa. Porque na realidade, é tudo novo para o Tomás. Tanta rotina, tanta preocupação, temos que os ajudar. O 5º ano não é fácil... não é, não senhor...

Mas ajudar passa por supervisionar.

Não custa preparar a mochila para as aulas do dia seguinte, não por sistema, mas naqueles dias em que a hora de deitar vem a correr, ou que surgiu uma última conversa mais engraçada, que raio, não custa nada dar uma mão ao miúdo.

Até porque se lhes dermos esta ajuda, também temos oportunidade de ver como é que estão os cadernos, em termos de apresentação, de cuidado, e dos TPC's...

Pronto, e foi aí que o disco se riscou. Estava eu a organizar as coisas para amanhã e deparo-me com um caderno, de uma disciplina que teve na sexta, com duas páginas inteiras de exercícios que não fez.

Diz o pai que viu (??) os cadernos com ele no fim-de-semana.

A verdade é que lá estava a indicação de duas páginas que vão amanhã por fazer.

Aborreci-me imenso com o Tomás. Tanto, mas tanto, que o fui acordar para lhe perguntar porque não tinha feitos os trabalhos hoje à tarde. Zanguei-me por já não ser a primeira vez que isto acontece.

Já lhe expliquei inúmeras vezes que ele tem de fazer os trabalhos; que tem de ler durante o fim-de-semana as aulas passadas para ir encaixando a matéria e consolidado aos poucos o que já deu; que tem de ler um pouco mais adiantado para preparar a aula seguinte, pois só assim consegue assegurar que a participação é boa (os critérios de avaliação estão escritinhos em todos os cadernos de todas as disciplinas, ditados por por cada um dos professores).

Já lhe expliquei que estudar é o emprego deles.

Já lhe disse que não preciso que seja o melhor da turma, só que se esforçe e seja o melhor possível.

Já lhe disse que escusa de ter medo de chumbar, porque isso para mim não é grave, desde que eu saiba que se chumbou emas que não foi por falta de trabalho, estou cá para ele, para o ajudar.

Mas já lhe fiz saber que se chumba porque se encostou à sombra da bananeira, ai aí, estamos mal.

Já lhe expliquei que eu tenho 3 formas de lidar com isto:

- a primeira, mais fácil, mas absolutamente antagónica ao meu entendimento do que é ser encarregado de educação e, sendo-o, sendo responsável, é estar completamente nas tintas, ver como corre e deixá-lo em autogestão;

- a segunda, ainda fácil, que passa por ter uma atitude verdadeiramente autoritária, mandá-lo fazer as coisas, sem o escutar, assim e em vez de lhe explicar porquê, é fazer e calar;

- finalmente, a terceira, que dá mais trabalho, mas envolve mais, é trabalhar em colaboração com ele, e ele comigo, e com o pai também, e que passa por fazermos as coisas, puxar por ele, ouvir as dúvidas e tentar estudá-las em conjunto, sem ter de estar a dizer-lhe constantemente que trabalhe, que leia, que faça resumos de matéria e resolva exercícios.

Eu sei que só tem 9, quase 10 anos. Que acabou de entrar no 5º ano, que saíu do casulozinho onde tem andado desde que nasceu, mas, e se não for agora, quando é que lhe incuto método e disciplina de trabalho ( coisa que passa por fazer os tpc's, mas que está para além disso?)?

Eu não quero criar um "nerd" que só faz trabalhos, que só estuda e que passa ao lado do resto. Não quero e também não é o estilo dele. Já se lhe avizinham outros dotes pessoais...
Mas não quero deixar de fazer qualquer coisa e de tomar uma atitude firme.

Para já, escrever uma série de vezes no caderno "Nunca mais me vou esquecer dos TPC'S!". Um recado à professora a dizer que tomei conhecimento da falta.

E um mês de castigo sem playstation.

E agora eu, aqui estou, sozinha nisto, a sentir-me mal por o ter acordado, por ter ralhado com ele e o ter notificado destes castigos.

E a achar que não tenho o mesmo cuidado do lado de lá... do pai...

O 2º Ciclo do Ensino Básico é...

... deixá-lo na escola com lágrimas nos olhos, ter a sensação de o deixar entregue às feras e passar o dia com o coração apertado.

Subitamente, dou por mim a ter saudades do tempo em que o deixava no infantário. Qual graça de os ver crescer, qual quê!! Receio por ele. É um pardalinho no meio da confusão que esta nova fase representa.

Sei que aquilo que não nos mata nos fortalece, mas detesto ter este tipo de pensamentos com respeito ao meu filho.

Saio dali todas as manhãs de coração apertado. E se lhe batem, os mais crescidos? E se não come? E se não se orienta?

A passagem de ciclo, do 4º para o 5º é brutal! Passam de uma fase em que lhes fazem tudo para uma vivência em que lhes atiram à cara um rol de rotinas e responsabilidades sem fim. Primeiro é o cartão, que serve para os acessos - entradas e saídas - do recinto escolar; serve para comer, para comprar material escolar. São os responsáveis pelo cacifo; por eles próprios.

O 4º ano não lhes ensina isto. Têm de andar de sala em sala, com mochilas carregadas com o equivalente a metade do peso deles (onde estão as disposições que regulamentam isto e a sua fiscalização??), em aulas com metodologias diferentes, que quase nada têm a ver com o ano anterior...

No 1º ano ele chorou, de medo, de tristeza por não ter ali os amiguinhos dele. E só me contou no fim do ano, que "era para nãp preocupar a mãe"... Sei que agora não chora, disse-mo. Mas sei que se sente deslocado (mais uma vez o grupo dos melhores amiguinhos não o acompanhou...). Sinto-o mais agitado. E mais dependente de mim, mais ansioso por dormir comigo, por estar de noite acompanhado. E por o saber assim, a guardar estas coisas para ele, ainda me dói mais.

Dias há em que me apetece tirá-lo dali e metê-lo no carro e fudir dali para fora...

Ela também anda diferente... falta-lhe o irmão. É menos complicado, pois ficou na mesma escolinha. Mas não deixa de me merecer preocupação.

Adoro os meus filhos e ando moída com isto, dorida...

Infelizmente, não tenho estrutura financeira para os meter num colégio...

Filosofar


Nada como começar o ano lectivo com um livro que decerto proporcionará discussões interessantes com o meu par de infantes.
Vamos deixar de lado a "tecnologia" e discutir outros conceitos simples. Mas que hão-de proporcionar, decerto, boas conversas.


Preocupações... Constatações e outras coisas acabadas em "ões"...

Ao telemóvel, do Alentejo, em férias:

Rita: Mãe, estou preocupada com duas coisas...
Eu: sim?...
Rita: Sim... Mão, quando é que és advogada e quando é que te casas?

(Foi-se o efeito surpresa para os avós... paciência...)

--

Rita: Mãe...
Eu: sim?...
Rita: Sabes, a avó pôs-me de castigo...
Eu: Porquê??
Rita: Sabes, eu aqui fico um bocadinho maçadora...
Eu: Mas porquê?
Rita: Sabes, é que nesta casa não há praticamente tecnologia nenhuma...
E tu sabes que eu sou uma menina muito tecnológica...

--

Rita: Olha, estou aqui divertida!
Eu: Sim? Então o que estás a fazer?
Rita: Estou aqui a descascar uns feijões que a avó tem.
Olha, é para as mulheres, quando fizerem sexo com os namorados já podem por os feijões nas suas barrigas e ter filhos...

(As comunicações com o Tomás são sempre mais curtas; mais pragmático diz logo que está cheio de saudades minhas, relata as actividades do dia, manda um beijo e pergunta a quem passa o telemóvel... )

A estreia!!

Ora, hoje o menu no Reino's (tão chique!!) é:

Almoço:
Sopa de caldo verde
Lasagna de carne
Limonada
Gelado (ainda não feito na Bimby, só para acabar o stock)

Lanche - não se aplica porque vamos ter com amigos ao parque :)

Jantar:
Creme de alho françês
Pescada aromatizada com béchamel em ninho de puré
Sorvete de frutas

...

Como é que eu pude viver sem uma Bimby????

Bimbólica...

É verdade!
Comprei uma Bimby!
Até eu estou parva. Mas, lá está, as pessoas mudam!...

Ainda a Rita não tinha nascido, e andava eu, na minha agnóstica ignorância, a a pregoar aos ventos que NUNCA iria comprar uma boneca barbie à minha filha... o que, em abono da verdade, consegui. Não comprei uma, comprei várias!

Entretanto, há uns dois anos atrás, começaram a falar-me na tal Bimby... desconfiei...
E muito.
Relatos de uma máquina capaz de transformar o maior cepo culinário numa criatura capaz de oferecer acepipes dignos de restaurantes de primeiríssima água... hum... conversa fiada...

Mas dá-se o caso de ter uns miúdos para lá de exigentes com o que comem (saem, obviamente à mãezinha), e que não vergam... e de diversas pessoas me terem dado bons feedbacks da "geringonça"...

Ora eu, que DETESTO cozinhar, e só o faço porque tenho os miúdos, apesar de fazer com gosto, porque é para eles, é sempre penoso... ainda por cima, não sou muito organizada, cozinho à homem (pelo menos é o que a minha mãe diz, pois sujo praticamente a loiça toda para fazer uma refeição...) e sou limitadíssima na técnica - apesar de a minha biblioteca culinária ser fascinante (repare-se que existem cá em casa livros de receitas de cozinha japonesa!...)

Bom, sucede que na semana passada uma colega, que tem uma amiga que é demonstradora das Bimbys, me falou e me convenceu a ver uma demo daquilo.

Claro que desconfiei!
Quando a esmola é muita...

Mas não... o raio da coisa funciona bem, poupa imensa loiça, aproveita os restinhos de tudo e mais alguma coisa e faz com que "absolut nabas" como eu brilhem aos olhos de quem mais gostamos: os baixinhos!!

E foi assim que, após anos de mágoa materna, por esta minha aversão à cozinha, me decidi e me atirei à última maravilha do universo culinário!
Uma Bimby!
Sinto-me como se fosse o Capitão Kirk!

Aquilo parace a USS Enterprise!

Ah... Kitchen... the last frontier...

O Verão

Chegou a medo, com nuvens a pintalgar o céu e borrifos de chuva que nos assustaram e atiraram para fora da praia no primeiro dia de férias.
O R. mudou de emprego e não pode vir connosco de férias, de modo que estamos os três por nossa conta.
Tivémos a visita da S. e do seu filho, que nos ajudaram a mandar a telha dos primeiros dias, sozinhos e com tempo farrusco, embora.
Chegou o calor ao Algarve.
Decididamente, está-se aqui bem.
Nunca tinha gozado férias em Junho, mas estou a ficar adepta.
Isto, claro está, será sol de pouca dura, porque os miudos têm exames até tarde, quanto mais velhos ficam e vão avançando na escolaridade.
Mas este ano, como o pai queria um período de férias que só me permitia ou agora ou Agosto, escolhi - e bem, ao que parece - agora.
Não sei se será da crise ou dos exames - ou ambos - está pouquíssima gente aqui em Portimão.
O Alvor mete medo apartir da meia-noite. Há poucos turistas.
Os cafés e restaurantes do Centro de Portimão fecham mais cedo, e se mal nos descuidamos, não podemos tomar café mais tarde ou arriscamo-nos a beber café ... no sofá de casa.
As praias só se enchem aos fins de semana.
A piscina do prédio está basicamente por nossa conta.
Nem parece que estou na Rocha.
Mas, na realidade, sabe bem. Sabe bem sair e ter sempre estacionamento, lugar no café e no restaurante.
Sobretudo, para uma mãe com duas crianças.
Férias.
Sabem bem... e já a meio...

Azia

O 4º ano está a acabar... e o nervo a chegar. Ele vai mudar de escola, vai para o 2º ciclo do básico.
A escola do agrupamento, que é excelente, bem frequentada e onde existem pessoas conhecidas, que sempre poderiam dar aquele olhinho, é bastante mais longe e, com a Rita na primária (gosto mais de lhe chamar assim; saudosismos... ), há que coordenar as coisas para que ninguém chegue atrasado... Se for para lá, vai ser difícil chegar a tempo, já para não falar de alguma ocasião em que tenha de ali ocorrer numa emergência...

Existe, porém uma escola do 2º ciclo, mas que, apesar de estar bem colocada no ranking das escola, tem um défice de segurança, pois os miúdos são ali frequentemente assaltados.
Mas fica perto, permite que o vá buscar e por de carro...

E pronto, já tenho a minha aziazinha de estimação para as férias...

Provas de aferição ou Crónica de uma Mãe com os nervos em franja

Eu sei que aquilo na realidade não conta para a nota dos miúdos. Sabia-o antes, tal como sei hoje. Mas acredite-se ou não, tive de ir ao site do Ministério para acreditar nos meus olhos.

Combinei com o pai deles que no teste de segunda iria eu, que chegaria mais cedo para lhe dar apoio, para ele não estar angustiado, enfim, as coisas que uma mãe quase histérica faz.

Assim foi. Chguei com mais de meia hora de antecedência.

Durante a viagem, ele foi a ler o jornal que nos enfiaram pela janela do carro ali no Campo Pequeno, comentando algumas notícias com a irmã.

Eu conduzia, a olhar para o relógio a cada 2 minutos e a utilizar todo o vernáculo do meu léxico contra os condutores que se atravessavem no meu caminho.

Chegámos cedíssimo, como disse. E estava eu já pronta, "amais" o meu instinto maternal, ali para lhe dar apoio, quando chega o amigo Gui, o chama com um "ó Tomás, queres vir brincar?", que me arremessou para canto, essa é que é essa, e lá foi! Perguntou-me se eu me importava. Claro que não! Quer dizer, fiquei desconcertada, mas pronto! Ele estava calmo e isso era o importante.

A Rita ainda soltou um "olha, deixa estar que lhe vai correr bem!", como quem diz, "anda lá que me prometeste levar ao teu trabalho e que queria ir para a net jogar com o jogo das Power Puff Girls e estamos aqui a perder imenso tempo!!"

No de quarta, foi o pai quem o acompanhou. Tranquilo, de novo!

Por curiosidade, sempre que lhe perguntamos como correu, diz que era super fácil! E à pergunta "e que matéria saíu?", responde com um "assuntos diversos" assim a atirar ao seco!

Para eu aprender!

Frases e Ditos...

O tempo parece encolher! Mas que coisa! Agora que já não estudo à noite, ou já perdi a pedalada ou o tempo realmente está a encolher! Não consigo um bocadinho para escrever aqui as "novidades" dos baixinhos. Que já nem estão assim tão baixinhos... :)

E para não variar, também não é agora, pois só vim aqui ver se ainda me lembrava das passwords e assim...

:)